Chegamos na minha casa e fomos
tomar banho. Estávamos muito suados porque a caminhada foi longa. Segunda vez
que tomávamos banho juntos, só que dessa vez não houve nada demais.
Saímos do banheiro e vestimos
roupas de dormir. Emprestei um pijama e uma cueca box branca nova para ele já
que ele estava sem roupa. E vesti uma cueca box vermelha com outro pijama que
eu tinha, e fomos nos deitar.
Estava uma noite muito fria, nós
dois estávamos nos tremendo debaixo do edredom. Depois de meia hora deitados
sem conseguir dormir começamos a conversar besteira.
- É melhor a
gente namorar um pouco do que conversar. - Eu disse.
- Concordo!
Então eu
puxo a cabeça de Vinícius e beijo-o. Começou tudo super calmo, aquela coisa bem
romântica, até ele vim pra cima de mim. E o beijo começou a ficar mais rápido,
as coisas foram esquentando, a gente rolando de um lado para o outro na minha
cama de casal... Naquele momento nenhum de nós estava mais com frio. A gente
chegou até a cair da cama, mas voltamos para cima dela e continuamos o que
estávamos fazendo.
Nós dois estávamos muito excitados.
Vini vai levando a boca dela até o meu ouvido e sussurra:
- Eu quero
sentir o calor do seu corpo.
Nesse
momento ele estava sentado em cima de mim. Ele tirou a camisa dele, e depois
foi tirando a minha devagar, desabotoando botão por botão, e ainda me beijando.
Logo após deitei ele de lado e tirei a calça dele, e ele fez o mesmo comigo.
Ficamos só de cueca. Nos beijando, roçando o corpo um no outro, e gemendo. E ficamos
assim por muito tempo, até Vini pegar no pênis por dentro da cueca e me falar:
- Quer que
eu pare?
- Não! Isso
está muito bom para pararmos agora.
E então
puxei a cabeça dele e o beijei com tanta vontade que ele quase ficou sem ar. Rolamos
na cama mais um pouco e depois eu sentei em cima dele e perguntei o que a gente
ia fazer agora. E ele disse:
- Agora eu
vou cuidar de você.
Nisso ele me
virou e beijou o meu pescoço, e alisando meu pênis, E foi descendo com a boca
pelo meu corpo até chegar no ponto final. Quando ele encostou a boca naquele
local tão desejado eu me arrepiei todo. E quando ele começou a chupar... Era
uma sensação inexplicável, sentia calafrios de instante em instante.
De repente eu senti uma sensação
estranha.
- Acho que
vou ejacular.
E ele tirou
a boca do meu pênis antes que isso acontecesse. Por sorte isso não aconteceu,
não queria que aquele tesão acabasse.
- Venha
aqui! Eu que vou te dar uma lição agora.
Me levantei,
deitei-o e fui para cima dele. Beijei aquela boca maravilhosa e fui descendo
com a minha língua por todo aquele corpo, até chegar lá em baixo. Não sabia se
ia gostar ou não do que ia fazer, só sei que estava sendo guiado pelo meu
corpo.
Comecei a beijar o pênis dele por
cima da cueca, e fui tirando ela aos poucos. Quando vi aquela rola super dura,
pulsando de tesão, esperando para alguém chupá-la nem pensei duas vezes, caí
logo de boca, era como se fosse um pirulito que nunca derretesse. Quanto mais
eu chupava mais tinha vontade de chupar. Poderia passar horas fazendo aquilo,
ainda mais vendo a cara de prazer no rosto de Vini. Ele se contorcia todo,
gemia bem baixinho, um gemido baixo mas profundo, que dava prazer até pra quem
escutava. Era pra eu ter nojo daquilo, porém não estava com nojo, e sim com um
desejo insaciável de fazer meu parceiro gozar. Cada vez que minha boca cobria
todo o corpo do pênis ele se tremia todo, chegava até a virar os olhos de tanto
tesão.
Teve um momento que ele mandou eu
parar, estava quase sem fôlego. Naquela hora me senti um experiente no sexo
oral, porém nunca tinha feito isso ou pelo menos imaginado que fazeria algum
dia.
Logo após voltamos a nos beijar
sentados na cama, e ficamos algum tempo assim. Quando as coisas começaram a
esquentar novamente ele me deitou e sentou em cima de mim. Como estávamos
totalmente pelados meu pênis ficou beirando a entrada do ânus dele. Então ele
perguntou:
- Você quer
prosseguir?
- Já que
viemos até aqui vamos até o fim.
- Apenas
fique quieto e relaxe. Eu vou controlar tudo.
Então ele
chupou meu pau mais um pouco e deixou ele bem molhado para lubrificar a
penetração, e depois veio e sentou em cima dele. Ele foi colocando bem
devagarzinho, e cada centímetro que entrava eu via a expressão de dor no rosto
dele.
- Tá doendo?
- Perguntei.
- Um pouco,
mas vai passar.
Foi difícil
ele penetrar. Ele só aguentou até a metade, e com um movimento lento ele
começou a subir e a descer. Quando ele começou a fazer isso foi a minha vez de
virar os olhos. Aquilo era bem mais prazeroso do que eu tinha imaginado.
Depois de um tmepo ele parou e
pediu para que eu ter o controle da situação. Sendo assim, peguei na bunda dele
e comecei a enfiar vagarozamente. Botava um pouquinho, e tirava... Ficamos
nessa posição por alguns minutos e o movimento era constante. Ele me beijou, e
gemendo no meu ouvido ele fala bem baixinho:
- Mais
rápido!
Então eu começo a aumentar a
velocidade da penetração. Nós dois já estávamos loucos. Depois de um tempo ele
se levantou e ficou de quatro.
- Agora me
dê uma lição de verdade.
E eu comecei
a enfiar, socando aos poucos eu conseguir penetrar toda a minha rola que
chegava a sentir minhas bolas batendo nas dele. Tinha momento que eu tirava meu
pênis e via aquele buraco piscando, meio que chamando para a cobrar entrar de
novo. Depois de quase meia hora naquela posição eu senti que ia ejacular. Só que
continuei o ritmo.
- Vai! Me
fode gostoso! Estou quase gozando.
Então eu
parei, virei ele, e ficamos na famosa posição de mamãe e papai. E eu disse:
- Nós vamos
gozar juntos.
E comecei a
comê-lo mais uma vez, porém agora eu via a cara de prazer que minha rola estava
causando a ele, e isso me dava um tesão enorme.
- Eu vou
gozar! - Disse ele.
- Goza que
estou quase.
E se masturbando
de um jeito super rápido Vini ejacula em cima dele, e logo após, eu também.
Depois que isso tudo acabou fomos
para o banheiro tomar banho mais uma vez para nos limpar. E por incrível que
pareça ficamos excitados novamente lá. Começamos a brincar de briga de espada.
Até ter uma hora que ele me virou, me encoxou totalmente e disse:
- Você vai
ser meu escravo sexual agora!
Ele começou
a beijar meu pescoço e começou a me masturbar, e eu sentindo aquela vara dura
atrás de mim.
- Eu vou te
comer.
- Eu tenho
medo.
- Você vai
gostar, vou fazer você se sentir nas nuvens.
Então aos
poucos ele foi enfiando aquilo em mim. Primeiro senti a cabeça e dei um gemido
de dor.
- Calma que
isso vai passar e você vai gostar.
E ele tirava
e botava mais um pouco. Devagarzinho pra não me machucar muito. Até ter uma
hora que eu comecei realmente a sentir prazer. Então ele me colocou contra a
parede e colocou com mais vontade. A cada gemido alto que eu dava ele tampava minha
boca.
- Não grite,
não quero que ninguém nos escute. – Disse Vinícius sussurando meu ouvido.
Aquela
sensação era maravilhosa. Teve um momento que eu comecei a me masturbar. Então
ele tirou minha mão do meu pênis e disse que eu ia gozar só levando. Ele começou
a aumentar a velocidade e o meu prazer foi aumentando mais ainda. Até ter uma
hora que não aguentei de tesão e comecei a me masturbar de novo.
- Eu não
mandei você não fazer isso?!
Então Vini pegou
minhas duas mãos e segurou bem firme contra a parede, fazendo eu me sentir
totalmente submisso a ele. Eu estava em êxtase já com aquela situação.
- Eu posso
gozar dentro de você?
Eu nem consegui
responder, eu estava sem fôlego. E ele ejaculou dentro de mim. Logo quando
acabou me sentei no chão, estava morto. Nunca pensei que transar cansava tanto
assim.
Então terminamos o banho, vestimos a
roupa de novo e fomos nos deitar. Porém dessa vez nós realmente fomos dormir.
- Adorei a
experiência. - Disse Vini
- Eu também.
Precisamos fazer isso mais vezes.
- Quando
você quiser meu amor.
E ele me deu
o último beijo da noite, e logo após fomos dormir.
Nenhum comentário:
Postar um comentário